domingo, 5 de fevereiro de 2012
Oficina de construção do currículo Lattes
E então, o que é Lattes? A Plataforma Lattes é a base de dados de currículos de pesquisadores e instituições das áreas de Ciência e Tecnologia atuando no Brasil.
Consiste em um sistema digital para a organização de informações, que viabiliza uma forma mais rápida e organizada de acesso às produções. Esse sistema surgiu com a necessidade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) de gerenciar uma base de dados sobre pesquisadores em Ciência e Tecnologia para credenciamento de orientadores no país. A Plataforma recebe esse nome em homenagem ao físico brasileiro Cesare Mansueto Giulio Lattes(1924-2005) co-descobridor do mensón PI.
O currículo Lattes é importante tanto para as instituições quanto para os pesquisadores que mantêm seus currículos atualizados. Permite à Instituição uma fácil visão e avaliação curricular dos docentes e discentes contemplando os seguintes pontos:
- Formação de grupos de trabalho e pesquisa;
- Avaliar o seu trabalho enquanto pesquisador;
- Diagnosticar o perfil do pesquisador com outros dentro de sua área de atuação.
Ao pesquisador:
- Possibilita a visibilidade da produção docente por grupos de pesquisa consulta em qualquer lugar do país;
- Possibilidade de concessão de passagens para eventos científicos;
- Participação de projetos.
Em geral os órgãos de fomento consultam o currículo Lattes, tornando-o de suma importância para as avaliações de produção científica.
Postado por Juliano Petitot
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Apresentação geral dos diagnósticos
Nestes diagnósticos, constam as características, físicas, geográficas e sociais das escolas, seus projetos político pedagógicos, assim como as primeiras impressões obtidas pelos integrantes do PIBID 3.
Deste modo, a partir do que foi observado, serão identificadas as principais necessidades dos alunos e as possibilidades físicas das escolas, para que possam ser elaboradas as futuras atividades.
Postado por Daniel Konrath
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
“VIDA LONGA AO CUNNILINGUS NORTE COREANO”
O sarcasmo do texto e a mudança de escalas e cores, sincronizados a trilha sonora da jazzista Nina Simone dão vida à poesia provocativa, Cunnilingus in North Korea (Cunnilingus da Coréia Norte), vídeo arte produzido pelo coletivo Young Hae Chang Heavy industries.
Kim Jong il, ditador norte coreano recentemente falecido é o alvo do coletivo nessa versão. O ditador discursa para seu vizinho capitalista, a Coréia do Sul sobre a experiência norte coreana acerca do comunismo, liberdade e igualdade sexual.
O país conhecido por ser um regime comunista totalitário e repressivo tem as portas de suas prisões comportamentais escancaradas pela crítica criativa que utiliza a ironia e recursos simples para conseguir efeitos dramáticos.
O dinamismo visual proporcionado pelo vídeo arte garante ao espectador uma análise peculiar sobre o tema. Pensar e repensar no corpo como um território, nosso primeiro território livre a ser explorado, onde a liberdade não pode ser reprimida, território em que regimes políticos e ideológicos não deveriam se pré-estabelecer como opressores.
Legenda:
Cunnilingus in North Korea [Cunilíngua na Coréia do Norte] 2005. Vídeo HD QuickTime e música “See Line Woman” de Nina Simone. 6’15’’. Exposto na 8ª Bienal do MERCOSUL.
Coletivo formado em 1999 por Young-Hae Chang e Marc Voge. Vivem em Seul, Coréia do Sul.
Vídeo (em inglês): http://www.youtube.com/watch?v=nd6BKA1ishk
Mais informações sobre a obra: http://www.bienalmercosul.art.br/artista/271
Postado por Raquel Mendes
sábado, 21 de janeiro de 2012
As cidades e o desejo
O livro conta a história de Marco Polo, um viajante cujo trabalho é descrever ao imperador Kubai Klan as cidades que compõem seu reino. Mas, diferentemente dos outros viajantes, Marco Polo descreve os lugares por onde passa de maneira muito particular, dando vazão à poesia e, por vezes, privilegiando outros sentidos, como a audição e o olfato.
Após a leitura do texto, que falava de uma forma lúdica e poética de como construímos nossas cidades através de percursos, pedimos que cada um marcasse com uma caneta uma extremidade de uma folha em branco, fechasse os olhos, e fosse aos poucos percorrendo e desenhando o percurso que haviam feito naquele dia.
Terminados os desenhos, unimos as extremidades de todas as folhas no chão, de modo a formar um mapa, no qual todos entraram. A idéia era de que percebêssemos que apesar das características e ritmos diferentes de cada traço, formamos uma unidade. E o desejo de fazer um bom trabalho neste Pibid 3 certamente é o que faz, não com que deixemos as diferenças de lado, mas com que possamos aprender a trabalhar em cima delas e construir algo significativo para todos nós.

As cidades e o desejo
Corriam de um lado para o outro, mas ela os despistava. Após o sonho, partiram em busca daquela cidade; não a encontraram, mas encontraram uns aos outros; decidiram construir uma cidade como a do sonho. Na disposição das ruas, cada um refez o percurso de sua perseguição; no ponto em que havia perdido os traços da fugitiva, dispôs os espaços e a muralha diferentemente do que no sonho a fim de que desta vez ela não pudesse escapar.
A cidade era Zobeide, onde se instalaram na esperança de que uma noite a cena se repetisse. Nenhum deles, nem durante o sono nem acordados, reviu a mulher. As ruas da cidade eram aquelas que os levavam para o trabalho todas as manhãs, sem qualquer relação com a perseguição do sonho. Que, por sua vez, tinha sido esquecido havia muito tempo.
Chegaram novos homens de outros países, que haviam tido um sonho como o deles, e na cidade de Zobeide reconheciam algo das ruas do sonho, e mudavam de lugar pórticos e escadas para que o percurso ficasse mais parecido com o da mulher perseguida e para que no ponto em que ela desaparecera não lhe restasse escapatória.
Os recém-chegados não compreendiam o que atraía essas pessoas a Zobeide, uma cidade feia, uma armadilha."
domingo, 15 de janeiro de 2012
Enquanto isso nas escolas..

terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Palestra Bullying
Essa palestra foi realizada na Secretaria Municipal de Ensino no dia 8 de novembro de 2011, oferecida a futuros professores, que provavelmente irão se deparar com tal acontecimento nas escolas.
A palestra abordou temas importantes, tais como; conceito de Bullying, como esse acontecimento vem ocorrendo nas escolas, quais são os tipos de vítimas e os tipos de agressores.
A palestrante Simoni Maraninchi, define o Bullying, como ações repetidas contra uma mesma vítima por um período prolongado de tempo, com agressões verbais, físicas e ou psicológicas, sem motivos aparentes que justifiquem tais atos.
E ainda, destacou pessoas que sofreram Bullying, diferentemente de muitas vitimas que não se recuperam do trauma, são vítimas que produzem a Resiliência (a capacidade do individuo de lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir á pressão de situações adversas).
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
PCNs Artes Visuais: Relatos de uma Construção e de uma apresentação
Pensamos na apresentação dos PCNs Artes Visuais de modo que se mostrasse de fácil entendimento aos olhares não acostumados. A construção demorou alguns encontros, resultando, então, em um rápido resumo da Arte/Educação e suas diretrizes. Foram apresentadas as principais questões históricas, conteúdos, orientações pedagógicas e avaliação. As discussões ainda abrangeram os PCNs Mais, Referenciais do Rio Grande do Sul e temas transversais.
Com a proposta de não ficarem muitas pessoas apresentando para que não ficássemos desorganizados, no dia foram à frente os pibidianos: Raquel Mendes, Juliano Petitot, Priscila Monteiro, Daiane Figueiredo, Daniel Konrath, Francine Siegert e Bianca Ziegler. Bianca foi a responsável pelo desenvolvimento da atividade prática integradora, centrada nas cartografias cotidianas, no caso, os trajetos que cada um dos presentes tinha percorrido para chegar ao prédio da Arquitetura.
Acreditamos que fizemos um bom trabalho, que será aproveitado tanto no projeto PIBID 3, quanto em nossas experiências como docentes em Artes Visuais.
Post de Diana Silveira de Almeida


