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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Estudando nas férias

Durante o período das férias acadêmicas as discussões e os estudos referentes ao grupo do PIBID são realizados através do Ambiente Virtual de Aprendizagem do CEAD (Centro de Educação Aberta e a Distância) – UFPel.

Neste Ambiente, que também é utilizado em época letiva, criam-se oportunidades para discutirmos acerca de leituras, planejamentos de oficinas e ações para o próximo semestre. Nas últimas semanas o grupo vem debatendo sobre as inter-relações existentes nos conceitos de cultura e cultura visual, identidade e memória.

É interessante destacar que, além de existirem fóruns nos quais o conhecimento é construído coletivamente, também possuímos atividades individuais de leitura e construção de conceitos a partir dos autores de referência.

Atualmente, estamos aprofundando os conhecimentos sobre aquilo que forma a Cultura Visual: a imagem. Para tal, debruçamo-nos sobre a leitura do livro “A Imagem” de Jacques Aumont.


Post de Paula Pereira Pinto

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Enquanto isso no verão Pelotense..

Alguns pibidianos, já com saudade das aulas, aproveitam para adquirir conhecimentos que possam auxiliá-los nas futuras atividades a serem desenvolvidas nas escolas, participando do curso de férias “Cozinha do desenho: realização e experimentação de materiais alternativos”, que aconteceu nos dias 17, 18, 19 e 20 de janeiro, no ateliê de cerâmica do Centro de Artes da UFPel.

O curso foi realizado e coordenado pelas professoras Vivian Herzog e Carolina Rochefort, e teve como colaborador o discente de artes Jailson Valentim dos Santos.

Nele, nós, participantes, pudermos, literalmente, pôr a mão na massa e aprender a produzir nossos próprios materiais de desenho. E foi incrível poder ver materiais como pó xadrez, goma arábica, giz de quadro negro, glicerina líquida, vaselina sólida, parafina e cera de abelha se transformarem em nanquin, aquarela líquida, pastel seco, pastel oleoso e giz de cera.

Além de produzirmos o material, pudemos experimentá-lo da melhor maneira possível: desenhando, em conjunto e individualmente. Foi uma experiência deliciosa, e que possibilitou o encontro com o pibidiano Pablo Castro, da biologia, que, apaixonado pelas artes, já sugeriu mantermos contato para pensar em futuras ações interdisciplinares também com esta área.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Oficina de construção do currículo Lattes

A oficina sobre Lattes ministrada pela professora coordenadora do subprojeto Artes Visuais UFPEL, Cláudia Brandão, teve como objetivo principal sanar as dúvidas dos estudantes sobre a disposição das informações dentro da Plataforma Lattes, tendo em vista que o sistema é um pouco complexo e alguns estudantes ainda desconhecem a sua existência.

E então, o que é Lattes? A Plataforma Lattes é a base de dados de currículos de pesquisadores e instituições das áreas de Ciência e Tecnologia atuando no Brasil.

Consiste em um sistema digital para a organização de informações, que viabiliza uma forma mais rápida e organizada de acesso às produções. Esse sistema surgiu com a necessidade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) de gerenciar uma base de dados sobre pesquisadores em Ciência e Tecnologia para credenciamento de orientadores no país. A Plataforma recebe esse nome em homenagem ao físico brasileiro Cesare Mansueto Giulio Lattes(1924-2005) co-descobridor do mensón PI.

O currículo Lattes é importante tanto para as instituições quanto para os pesquisadores que mantêm seus currículos atualizados. Permite à Instituição uma fácil visão e avaliação curricular dos docentes e discentes contemplando os seguintes pontos:

- Formação de grupos de trabalho e pesquisa;
- Avaliar o seu trabalho enquanto pesquisador;
- Diagnosticar o perfil do pesquisador com outros dentro de sua área de atuação.

Ao pesquisador:
- Possibilita a visibilidade da produção docente por grupos de pesquisa consulta em qualquer lugar do país;
- Possibilidade de concessão de passagens para eventos científicos;
- Participação de projetos.

Em geral os órgãos de fomento consultam o currículo Lattes, tornando-o de suma importância para as avaliações de produção científica.



Postado por Juliano Petitot

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Apresentação geral dos diagnósticos

Aconteceu no dia primeiro de dezembro de 2011, no auditório Faculdade de Arquitetura da UFPel, a apresentação dos diagnósticos das escolas integrantes do PIBID 3, elaborados pelos pibidianos das quatro áreas, juntamente com seus coordenadores e teve como objetivo, conhecer as escolas e os alunos com os quais o PIBID 3 irá trabalhar.

Nestes diagnósticos, constam as características, físicas, geográficas e sociais das escolas, seus projetos político pedagógicos, assim como as primeiras impressões obtidas pelos integrantes do PIBID 3.

Deste modo, a partir do que foi observado, serão identificadas as principais necessidades dos alunos e as possibilidades físicas das escolas, para que possam ser elaboradas as futuras atividades.



Postado por Daniel Konrath

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

“VIDA LONGA AO CUNNILINGUS NORTE COREANO”

Este foi o vídeo-arte escolhido para começar nossa apresentação dos PCN`S.

O sarcasmo do texto e a mudança de escalas e cores, sincronizados a trilha sonora da jazzista Nina Simone dão vida à poesia provocativa, Cunnilingus in North Korea (Cunnilingus da Coréia Norte), vídeo arte produzido pelo coletivo Young Hae Chang Heavy industries.

Kim Jong il, ditador norte coreano recentemente falecido é o alvo do coletivo nessa versão. O ditador discursa para seu vizinho capitalista, a Coréia do Sul sobre a experiência norte coreana acerca do comunismo, liberdade e igualdade sexual.

O país conhecido por ser um regime comunista totalitário e repressivo tem as portas de suas prisões comportamentais escancaradas pela crítica criativa que utiliza a ironia e recursos simples para conseguir efeitos dramáticos.

O dinamismo visual proporcionado pelo vídeo arte garante ao espectador uma análise peculiar sobre o tema. Pensar e repensar no corpo como um território, nosso primeiro território livre a ser explorado, onde a liberdade não pode ser reprimida, território em que regimes políticos e ideológicos não deveriam se pré-estabelecer como opressores.

Legenda:
Cunnilingus in North Korea [Cunilíngua na Coréia do Norte] 2005. Vídeo HD QuickTime e música “See Line Woman” de Nina Simone. 6’15’’. Exposto na 8ª Bienal do MERCOSUL.
Coletivo formado em 1999 por Young-Hae Chang e Marc Voge. Vivem em Seul, Coréia do Sul.

Vídeo (em inglês): http://www.youtube.com/watch?v=nd6BKA1ishk

Mais informações sobre a obra: http://www.bienalmercosul.art.br/artista/271

Postado por Raquel Mendes

sábado, 21 de janeiro de 2012

As cidades e o desejo

Após a apresentação dos PCNS, cada área deveria sugerir alguma atividade integradora. A nossa foi pensada na tentativa de abarcar elementos de todas as áreas: corporeidade, território, desenho, ritmo, e teve como ponto de partida uma crônica do livro “As cidades invisíveis”, de Ítalo Calvino.

O livro conta a história de Marco Polo, um viajante cujo trabalho é descrever ao imperador Kubai Klan as cidades que compõem seu reino. Mas, diferentemente dos outros viajantes, Marco Polo descreve os lugares por onde passa de maneira muito particular, dando vazão à poesia e, por vezes, privilegiando outros sentidos, como a audição e o olfato.

Após a leitura do texto, que falava de uma forma lúdica e poética de como construímos nossas cidades através de percursos, pedimos que cada um marcasse com uma caneta uma extremidade de uma folha em branco, fechasse os olhos, e fosse aos poucos percorrendo e desenhando o percurso que haviam feito naquele dia.

Terminados os desenhos, unimos as extremidades de todas as folhas no chão, de modo a formar um mapa, no qual todos entraram. A idéia era de que percebêssemos que apesar das características e ritmos diferentes de cada traço, formamos uma unidade. E o desejo de fazer um bom trabalho neste Pibid 3 certamente é o que faz, não com que deixemos as diferenças de lado, mas com que possamos aprender a trabalhar em cima delas e construir algo significativo para todos nós.

As cidades e o desejo

"Naquela direção, após seis dias e sete noites, alcança-se Zobeide, cidade branca, bem exposta à luz, com ruas que giram em torno de si mesmas como um novelo. Eis o que se conta a respeito de sua fundação: homens de diferentes nações tiveram o mesmo sonho — viram uma mulher correr de noite numa cidade desconhecida, de costas, com longos cabelos e nua. Sonharam que a perseguiam.

Corriam de um lado para o outro, mas ela os despistava. Após o sonho, partiram em busca daquela cidade; não a encontraram, mas encontraram uns aos outros; decidiram construir uma cidade como a do sonho. Na disposição das ruas, cada um refez o percurso de sua perseguição; no ponto em que havia perdido os traços da fugitiva, dispôs os espaços e a muralha diferentemente do que no sonho a fim de que desta vez ela não pudesse escapar.

A cidade era Zobeide, onde se instalaram na esperança de que uma noite a cena se repetisse. Nenhum deles, nem durante o sono nem acordados, reviu a mulher. As ruas da cidade eram aquelas que os levavam para o trabalho todas as manhãs, sem qualquer relação com a perseguição do sonho. Que, por sua vez, tinha sido esquecido havia muito tempo.

Chegaram novos homens de outros países, que haviam tido um sonho como o deles, e na cidade de Zobeide reconheciam algo das ruas do sonho, e mudavam de lugar pórticos e escadas para que o percurso ficasse mais parecido com o da mulher perseguida e para que no ponto em que ela desaparecera não lhe restasse escapatória.

Os recém-chegados não compreendiam o que atraía essas pessoas a Zobeide, uma cidade feia, uma armadilha."

domingo, 15 de janeiro de 2012

Enquanto isso nas escolas..


O grupo interdisciplinar da escola Areal pensou em organizar uma atividade para o horário do recreio, a fim de que os pibidianos tivessem um contato com os alunos de todas as séries, e para que os alunos, que já estavam curiosos, conhecessem a equipe e soubessem o que estamos fazendo lá.


A dinâmica foi realizada no pátio central da escola e envolveu alguns conhecimentos básicos das quatro áreas: geografia, artes visuais, dança e música.

A tarde foi encantadora, e pudemos perceber que mesmo os alunos mais velhos, que não participaram da brincadeira, estavam de olhar atento para o que acontecia.

Já que andávamos em processo de construção dos primeiros diagnósticos das escolas, este momento foi de extrema ajuda, e perceber o carinho de alunos, professores e coordenação foi pra nós algo extremamente motivador.